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03 fevereiro 2015

Navegando no site da ANVISA encontrei esta Cartilha, muito boa, produzida por uma parceria entre os Conselhos de Farmácia e Medicina do Estado de São Paulo e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor sobre os direitos do cidadão ao medicamento. Nela são abordados vários temas muito interessantes que servem de orientação e informação para as pessoas sobre o seu direito ao medicamento.
"A Constituição Federal é clara quando afirma que “a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem a redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.
Além da Constituição, a Lei do SUS estabelece que a atenção à saúde deve ser integral, ou seja, deve abranger tudo aquilo que for necessário para prevenir e curar as doenças, inclusive os medicamentos. Assegura também que todo cidadão tem direito de obter, gratuitamente, os medicamentos que necessita. Até porque os cidadãos já pagaram antes por eles, por meio dos impostos. Portanto, as unidades da rede pública de saúde devem, obrigatoriamente, fornecer aos pacientes os medicamentos receitados.
Os medicamentos não são mercadorias como outras quaisquer, pois são destinados à preservação da saúde e da vida. Por isso deveriam estar acessíveis a toda a população.
A produção, a distribuição, a propaganda e a comercialização dos medicamentos dependem de condições legais específicas. Assim, não é livre a venda de grande parte dos medicamentos, que necessitam da prescrição de um médico ou de um dentista, assim como todos necessitam de orientação sobre seu uso."
Uma parte do texto extraído da cartilha.

Vale o click!

Confira a cartilha aqui abaixo.▼



Medicamento um direito essencial from Farmacêutico Digital


A fonte original da cartilha encontra-se no site do Cremesp: http://www.cremesp.org.br/?siteAcao=Noticias&id=1258
http://www.cremesp.org.br/library/modulos/publicacoes/pdf/cartilha_medicamentos.pdf

Medicamento: Um Direito Essencial

Navegando no site da ANVISA encontrei esta Cartilha, muito boa, produzida por uma parceria entre os Conselhos de Farmácia e Medicina do Estado de São Paulo e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor sobre os direitos do cidadão ao medicamento. Nela são abordados vários temas muito interessantes que servem de orientação e informação para as pessoas sobre o seu direito ao medicamento.
"A Constituição Federal é clara quando afirma que “a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem a redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.
Além da Constituição, a Lei do SUS estabelece que a atenção à saúde deve ser integral, ou seja, deve abranger tudo aquilo que for necessário para prevenir e curar as doenças, inclusive os medicamentos. Assegura também que todo cidadão tem direito de obter, gratuitamente, os medicamentos que necessita. Até porque os cidadãos já pagaram antes por eles, por meio dos impostos. Portanto, as unidades da rede pública de saúde devem, obrigatoriamente, fornecer aos pacientes os medicamentos receitados.
Os medicamentos não são mercadorias como outras quaisquer, pois são destinados à preservação da saúde e da vida. Por isso deveriam estar acessíveis a toda a população.
A produção, a distribuição, a propaganda e a comercialização dos medicamentos dependem de condições legais específicas. Assim, não é livre a venda de grande parte dos medicamentos, que necessitam da prescrição de um médico ou de um dentista, assim como todos necessitam de orientação sobre seu uso."
Uma parte do texto extraído da cartilha.

Vale o click!

Confira a cartilha aqui abaixo.▼



Medicamento um direito essencial from Farmacêutico Digital


A fonte original da cartilha encontra-se no site do Cremesp: http://www.cremesp.org.br/?siteAcao=Noticias&id=1258
http://www.cremesp.org.br/library/modulos/publicacoes/pdf/cartilha_medicamentos.pdf

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05 janeiro 2015

referencia_similar_generico

Medicamentos Similares serão Intercambiáveis com os Medicamentos de Referência

A Anvisa publicou, no dia 13/10/2014, a Resolução da Diretoria Colegiada RDC Nº 58/2014, que estabelece os procedimentos para a intercambialidade de medicamentos similares com o medicamento de referência. Ou seja, os requisitos necessários para que o similar possa substituir o medicamento de referência. Pela nova regra, os similares que já tenham comprovado equivalência farmacêutica com o medicamento de referência da categoria poderão declarar na bula que são substitutos ao de marca.

A medida poderá ser adotada pelos fabricantes a partir de 1º de janeiro de 2015 e terão 12 meses para fazer a alteração nas bulas. A Anvisa também vai manter uma lista atualizada dos similares intercambiaveis para orientar médicos, farmacêuticos e pacientes sobre quais produtos possuem equivalencia já comprovada na Agência.

RDC Nº 58/2014 no Diário Oficial da União (DOU).

Confira a RDC nº 58/2014 na íntegra abaixo:

RESOLUÇÃO Nº 58, DE 10 DE OUTUBRO DE 2014

MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA

DOU de 13/10/2014 (nº 197, Seção 1, pág. 659)


Dispõe sobre as medidas a serem adotadas junto à Anvisa pelos titulares de registro de
medicamentos para a intercambialidade de medicamentos similares com o medicamento de referência.

A DIRETORIA COLEGIADA DA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA, no uso das atribuições que lhe confere os incisos III e IV, do art. 15 da Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999, o inciso V, e §§ 1º e 3º do art. 5 do Regimento Interno aprovado nos termos do Anexo I da Portaria nº 650 da Anvisa, de 29 de maio de 2014, tendo em vista os incisos III, do art. 2º, III e IV, do art. 7º da Lei nº 9.782, de 1999, o Programa de Melhoria do Processo de Regulamentação da Agência, instituído por meio da Portaria nº 422, de 16 de abril de 2008, em reunião realizada em 9 de outubro de 2014, adota a seguinte Resolução da Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação:

Art. 1º - Esta Resolução determina as medidas a serem adotadas junto à Anvisa pelos titulares de registro de medicamentos para a intercambialidade de medicamentos similares com os respectivos medicamentos de referência.

§ 1º - A adoção das medidas previstas nesta Resolução é obrigatória para todos os titulares de registro de medicamentos cujos estudos mencionados no art. 2º tenham sido aprovados pela Anvisa.

§ 2º - Os medicamentos isentos de prescrição não são objeto desta Resolução.

Art. 2º - Será considerado intercambiável o medicamento similar cujos estudos de equivalência farmacêutica, biodisponibilidade relativa/bioequivalência ou bioisenção tenham sido apresentados, analisados e aprovados pela Anvisa.

Parágrafo único - A Anvisa publicará em seu sítio eletrônico a relação dos medicamentos similares indicando os medicamentos de referência com os quais são intercambiáveis.

Art. 3º - A informação a respeito da intercambialidade a que se refere o art. 2º constará na bula do medicamento similar.

Art. 4º - O peticionamento da notificação de alteração de texto de bula deverá ser eletrônico, conforme código de assunto específico e seguir o guia de submissão eletrônica de texto de bula.

§ 1º - As empresas detentoras de registros de medicamentos similares intercambiáveis, terão o prazo de 1 (um) ano a contar de sua inclusão na relação a que se refere o art. 2º para notificar à Anvisa a adaptação da bula, nos termos do caput deste artigo.

§ 2º - A adaptação prevista no parágrafo anterior é de implementação imediata e não depende de manifestação da Anvisa.

§ 3º - Os medicamentos similares intercambiáveis que não tiverem suas bulas alteradas no prazo definido no § 1º deste artigo não poderão ser comercializados no país.

§ 4º - Os medicamentos produzidos até a notificação da alteração de bula poderão ser comercializados até o término de sua validade.

Art. 5º - Para efeito de avaliação das petições de renovação de registro de medicamentos similares cujos estudos de equivalência farmacêutica, biodisponibilidade relativa/bioequivalência ou bioisenção ainda não tenham sido analisados, a Anvisa publicará Instrução Normativa definindo os critérios e ordem de sua avaliação.

Art. 6º - O Anexo I da RDC nº 47/2009 fica acrescido da seguinte redação:

I - Identificação do Medicamento:
.........................
"Para medicamentos constantes da relação a que se refere o art. 2º da RDC nº 58, de 10 de outubro de 2014, incluir a frase: MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA."

Art. 7º - Esta Resolução entra em vigor em 1º de janeiro de 2015.

DIRCEU BRÁS APARECIDO BARBANO - Diretor-Presidente

Lista de Medicamentos Similares Intercambiáveis

A partir da criação da Anvisa e da implantação da política dos medicamentos genéricos, foram estabelecidos importantes regulamentos sanitários. Esses novos regulamentos alcançaram não somente os medicamentos genéricos, mas também os medicamentos similares. Tal fato decorreu da necessidade de regulação do mercado farmacêutico brasileiro para aprimorar os critérios de garantia da qualidade, eficácia e segurança dos medicamentos, tanto daqueles que já se encontravam no mercado quanto dos que viessem a ser registrados na Anvisa.

Dentre outras, a Anvisa publicou em 2003 a Resolução da Diretoria Colegiada - RDC Nº 134/2003, que estabeleceu critérios para a adequação dos medicamentos similares já registrados e comercializados no Brasil. A referida RDC obrigou os detentores de registro de medicamentos similares a apresentarem estudos comparativos com o medicamento de referência tais como, equivalência farmacêutica, perfil de dissolução e bioequivalência/biodisponibilidade relativa (BD/BE), se aplicável ao fármaco e forma farmacêutica. O objetivo destas determinações é a comprovação da equivalência terapêutica entre o medicamento similar registrado e o seu respectivo medicamento de referência.

Em 2014, por meio da RDC 58/2014, que definiu as medidas a serem adotadas junto à Anvisa pelos titulares de registro de medicamentos para a intercambialidade de medicamentos similares com o medicamento de referência, ficou determinada a disponibilização no sítio eletrônico da Agência da relação dos medicamentos similares indicando os medicamentos de referência com os quais são intercambiáveis para a fins de consulta pela população por profissionais de saúde ou qualquer outro interessado.

A lista será atualizada mensalmente, à medida que novos similares forem registrados e renovados com a análise dos estudos comparativos citados.

Todos os medicamentos similares intercambiáveis constantes da lista também , terão na bula do medicamento a informação a respeito da intercambialidade, conforme determina a RDC 58/2014. Tal informação será apresentada por meio da frase: MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA. A referida informação deve ser incluída na seção da bula “Identificação do Medicamento”, logo abaixo da Denominação Comum Brasileira (DCB) do(s) princípio(s) ativo(s) do medicamento, respeitando o modelo já existente de bula descrito no Anexo I da RDC 47/09.

Para essa inclusão, a empresa detentora de registro de medicamento similar intercambiável terá o prazo de 1 (um) ano a contar de sua inclusão na lista publicada no sitio eletrônico da Anvisa. O peticionamento deverá ser feito por meio do assunto “10756 - SIMILAR - Notificação de alteração de texto de bula para adequação à intercambialidade” e deverá ser seguido o fluxo de peticionamento de bulas, de acordo com as orientações do Guia de Submissão Eletrônica de Texto de Bula.

Lista pelo SlideShare




Fonte: ANVISA

Medicamentos Similares serão Intercambiáveis com os Medicamentos de Referência - RDC Nº 58/2014 - Lista Publicada em 02/01/2014

referencia_similar_generico

Medicamentos Similares serão Intercambiáveis com os Medicamentos de Referência

A Anvisa publicou, no dia 13/10/2014, a Resolução da Diretoria Colegiada RDC Nº 58/2014, que estabelece os procedimentos para a intercambialidade de medicamentos similares com o medicamento de referência. Ou seja, os requisitos necessários para que o similar possa substituir o medicamento de referência. Pela nova regra, os similares que já tenham comprovado equivalência farmacêutica com o medicamento de referência da categoria poderão declarar na bula que são substitutos ao de marca.

A medida poderá ser adotada pelos fabricantes a partir de 1º de janeiro de 2015 e terão 12 meses para fazer a alteração nas bulas. A Anvisa também vai manter uma lista atualizada dos similares intercambiaveis para orientar médicos, farmacêuticos e pacientes sobre quais produtos possuem equivalencia já comprovada na Agência.

RDC Nº 58/2014 no Diário Oficial da União (DOU).

Confira a RDC nº 58/2014 na íntegra abaixo:

RESOLUÇÃO Nº 58, DE 10 DE OUTUBRO DE 2014

MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA

DOU de 13/10/2014 (nº 197, Seção 1, pág. 659)


Dispõe sobre as medidas a serem adotadas junto à Anvisa pelos titulares de registro de
medicamentos para a intercambialidade de medicamentos similares com o medicamento de referência.

A DIRETORIA COLEGIADA DA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA, no uso das atribuições que lhe confere os incisos III e IV, do art. 15 da Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999, o inciso V, e §§ 1º e 3º do art. 5 do Regimento Interno aprovado nos termos do Anexo I da Portaria nº 650 da Anvisa, de 29 de maio de 2014, tendo em vista os incisos III, do art. 2º, III e IV, do art. 7º da Lei nº 9.782, de 1999, o Programa de Melhoria do Processo de Regulamentação da Agência, instituído por meio da Portaria nº 422, de 16 de abril de 2008, em reunião realizada em 9 de outubro de 2014, adota a seguinte Resolução da Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação:

Art. 1º - Esta Resolução determina as medidas a serem adotadas junto à Anvisa pelos titulares de registro de medicamentos para a intercambialidade de medicamentos similares com os respectivos medicamentos de referência.

§ 1º - A adoção das medidas previstas nesta Resolução é obrigatória para todos os titulares de registro de medicamentos cujos estudos mencionados no art. 2º tenham sido aprovados pela Anvisa.

§ 2º - Os medicamentos isentos de prescrição não são objeto desta Resolução.

Art. 2º - Será considerado intercambiável o medicamento similar cujos estudos de equivalência farmacêutica, biodisponibilidade relativa/bioequivalência ou bioisenção tenham sido apresentados, analisados e aprovados pela Anvisa.

Parágrafo único - A Anvisa publicará em seu sítio eletrônico a relação dos medicamentos similares indicando os medicamentos de referência com os quais são intercambiáveis.

Art. 3º - A informação a respeito da intercambialidade a que se refere o art. 2º constará na bula do medicamento similar.

Art. 4º - O peticionamento da notificação de alteração de texto de bula deverá ser eletrônico, conforme código de assunto específico e seguir o guia de submissão eletrônica de texto de bula.

§ 1º - As empresas detentoras de registros de medicamentos similares intercambiáveis, terão o prazo de 1 (um) ano a contar de sua inclusão na relação a que se refere o art. 2º para notificar à Anvisa a adaptação da bula, nos termos do caput deste artigo.

§ 2º - A adaptação prevista no parágrafo anterior é de implementação imediata e não depende de manifestação da Anvisa.

§ 3º - Os medicamentos similares intercambiáveis que não tiverem suas bulas alteradas no prazo definido no § 1º deste artigo não poderão ser comercializados no país.

§ 4º - Os medicamentos produzidos até a notificação da alteração de bula poderão ser comercializados até o término de sua validade.

Art. 5º - Para efeito de avaliação das petições de renovação de registro de medicamentos similares cujos estudos de equivalência farmacêutica, biodisponibilidade relativa/bioequivalência ou bioisenção ainda não tenham sido analisados, a Anvisa publicará Instrução Normativa definindo os critérios e ordem de sua avaliação.

Art. 6º - O Anexo I da RDC nº 47/2009 fica acrescido da seguinte redação:

I - Identificação do Medicamento:
.........................
"Para medicamentos constantes da relação a que se refere o art. 2º da RDC nº 58, de 10 de outubro de 2014, incluir a frase: MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA."

Art. 7º - Esta Resolução entra em vigor em 1º de janeiro de 2015.

DIRCEU BRÁS APARECIDO BARBANO - Diretor-Presidente

Lista de Medicamentos Similares Intercambiáveis

A partir da criação da Anvisa e da implantação da política dos medicamentos genéricos, foram estabelecidos importantes regulamentos sanitários. Esses novos regulamentos alcançaram não somente os medicamentos genéricos, mas também os medicamentos similares. Tal fato decorreu da necessidade de regulação do mercado farmacêutico brasileiro para aprimorar os critérios de garantia da qualidade, eficácia e segurança dos medicamentos, tanto daqueles que já se encontravam no mercado quanto dos que viessem a ser registrados na Anvisa.

Dentre outras, a Anvisa publicou em 2003 a Resolução da Diretoria Colegiada - RDC Nº 134/2003, que estabeleceu critérios para a adequação dos medicamentos similares já registrados e comercializados no Brasil. A referida RDC obrigou os detentores de registro de medicamentos similares a apresentarem estudos comparativos com o medicamento de referência tais como, equivalência farmacêutica, perfil de dissolução e bioequivalência/biodisponibilidade relativa (BD/BE), se aplicável ao fármaco e forma farmacêutica. O objetivo destas determinações é a comprovação da equivalência terapêutica entre o medicamento similar registrado e o seu respectivo medicamento de referência.

Em 2014, por meio da RDC 58/2014, que definiu as medidas a serem adotadas junto à Anvisa pelos titulares de registro de medicamentos para a intercambialidade de medicamentos similares com o medicamento de referência, ficou determinada a disponibilização no sítio eletrônico da Agência da relação dos medicamentos similares indicando os medicamentos de referência com os quais são intercambiáveis para a fins de consulta pela população por profissionais de saúde ou qualquer outro interessado.

A lista será atualizada mensalmente, à medida que novos similares forem registrados e renovados com a análise dos estudos comparativos citados.

Todos os medicamentos similares intercambiáveis constantes da lista também , terão na bula do medicamento a informação a respeito da intercambialidade, conforme determina a RDC 58/2014. Tal informação será apresentada por meio da frase: MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA. A referida informação deve ser incluída na seção da bula “Identificação do Medicamento”, logo abaixo da Denominação Comum Brasileira (DCB) do(s) princípio(s) ativo(s) do medicamento, respeitando o modelo já existente de bula descrito no Anexo I da RDC 47/09.

Para essa inclusão, a empresa detentora de registro de medicamento similar intercambiável terá o prazo de 1 (um) ano a contar de sua inclusão na lista publicada no sitio eletrônico da Anvisa. O peticionamento deverá ser feito por meio do assunto “10756 - SIMILAR - Notificação de alteração de texto de bula para adequação à intercambialidade” e deverá ser seguido o fluxo de peticionamento de bulas, de acordo com as orientações do Guia de Submissão Eletrônica de Texto de Bula.

Lista pelo SlideShare




Fonte: ANVISA

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02 janeiro 2015

Este foi um dos motivos dos Antibióticos terem se tornado medicamentos de uso controlado que só podem ser vendidos com retenção da receita.



Imagem 01 da Série: Uso Racional de Medicamentos
Esta imagem faz parte de uma série que estarei publicando em várias redes sociais como o Instagram, Facebook, G+, Tumblr, Twitter, etc.

O objetivo é tentar conscientizar as pessoas da importância do Uso Racional de Medicamentos evitando a Automedicação » Um perigo à saúde das pessoas e a principal causa de morte de intoxicação por medicamentos.

Uso Racional de Medicamentos 01

Este foi um dos motivos dos Antibióticos terem se tornado medicamentos de uso controlado que só podem ser vendidos com retenção da receita.



Imagem 01 da Série: Uso Racional de Medicamentos
Esta imagem faz parte de uma série que estarei publicando em várias redes sociais como o Instagram, Facebook, G+, Tumblr, Twitter, etc.

O objetivo é tentar conscientizar as pessoas da importância do Uso Racional de Medicamentos evitando a Automedicação » Um perigo à saúde das pessoas e a principal causa de morte de intoxicação por medicamentos.

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Agradeço a todos que acompanharam o blog www.farmaceuticodigital.com em 2014 e ajudaram a compartilhar todas as informações úteis que são o objetivo do blog!
Conto com vocês para continuarmos na luta para promover o Uso Racional de Medicamentos e na divulgação de informações sobre #saúde, #alimentacaosaudavel, #medicamentos, #prevenção de doenças, etc.
Muito Obrigada!

Feliz 2015 para Todos!

Feliz 2015!


Agradeço a todos que acompanharam o blog www.farmaceuticodigital.com em 2014 e ajudaram a compartilhar todas as informações úteis que são o objetivo do blog!
Conto com vocês para continuarmos na luta para promover o Uso Racional de Medicamentos e na divulgação de informações sobre #saúde, #alimentacaosaudavel, #medicamentos, #prevenção de doenças, etc.
Muito Obrigada!

Feliz 2015 para Todos!

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20 dezembro 2014

O CRF de São Paulo possui um material de apoio ao farmacêutico muito bom. Com muitas informações importantes que nos auxiliam muito.
São as Campanhas de Educação em Saúde onde eles produzem cartilhas informativas com uma linguagem fácil para que a população entenda e se conscientize da importância e a necessidade de cuidar da Saúde e também com o intuito de incentivar a atuação do farmacêutico em Educação para a Saúde.

Neste post os disponibilizei os cartazes que já foram publicados no formato png, e no site cujo link está no final do post possui os cartazes em pdf.

Os Temas Abordados são estes:



Antibióticos

antibioticos
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

antibioticos
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Asma

asma
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

asma
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Câncer de Pele

cancer_de_pele
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

cancer_de_pele
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Colesterol Alto

colesterol_alto
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

colesterol_alto
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Dengue

dengue
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

dengue
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Descarte de Medicamentos

descarte_medicamentos
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

descarte_medicamentos
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Diabetes

diabetes
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

diabetes
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Distribuição e Transporte de Medicamentos

transporte_medicamentos
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

transporte_medicamentos
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

DST/AIDS

dst_aids
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

dst_aids
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Gravidez na Adolescência

gravidez_adolescencia
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

gravidez_adolescencia
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Hepatite C

hepatite_c
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

hepatite_c
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Hipertensão Arterial

hipertensao
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

hipertensao
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Obesidade

obesidade
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

obesidade
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Pílula do dia Seguinte

pilula_do_dia_seguinte
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

pilula_do_dia_seguinte
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Uso Racional de Medicamentos

uso_racional_medicamentos
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

uso_racional_medicamentos
Foto: Site CRF-SP / Reprodução



Fonte: Link:Campanhas de Educação em Saúde

Cartilhas de Educação em Saúde - CRF SP

O CRF de São Paulo possui um material de apoio ao farmacêutico muito bom. Com muitas informações importantes que nos auxiliam muito.
São as Campanhas de Educação em Saúde onde eles produzem cartilhas informativas com uma linguagem fácil para que a população entenda e se conscientize da importância e a necessidade de cuidar da Saúde e também com o intuito de incentivar a atuação do farmacêutico em Educação para a Saúde.

Neste post os disponibilizei os cartazes que já foram publicados no formato png, e no site cujo link está no final do post possui os cartazes em pdf.

Os Temas Abordados são estes:



Antibióticos

antibioticos
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

antibioticos
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Asma

asma
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

asma
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Câncer de Pele

cancer_de_pele
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

cancer_de_pele
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Colesterol Alto

colesterol_alto
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

colesterol_alto
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Dengue

dengue
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

dengue
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Descarte de Medicamentos

descarte_medicamentos
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

descarte_medicamentos
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Diabetes

diabetes
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

diabetes
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Distribuição e Transporte de Medicamentos

transporte_medicamentos
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

transporte_medicamentos
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

DST/AIDS

dst_aids
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

dst_aids
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Gravidez na Adolescência

gravidez_adolescencia
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

gravidez_adolescencia
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Hepatite C

hepatite_c
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

hepatite_c
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Hipertensão Arterial

hipertensao
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

hipertensao
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Obesidade

obesidade
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

obesidade
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Pílula do dia Seguinte

pilula_do_dia_seguinte
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

pilula_do_dia_seguinte
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

Uso Racional de Medicamentos

uso_racional_medicamentos
Foto: Site CRF-SP / Reprodução

uso_racional_medicamentos
Foto: Site CRF-SP / Reprodução



Fonte: Link:Campanhas de Educação em Saúde

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02 dezembro 2014

Confira neste post os nove antibióticos passam a ter retenção de receita a partir do dia 16/12/2014

A Anvisa publicou, nesta segunda-feira (1/12), a atualização da Lista de antimicrobianos de uso sob prescrição médica com retenção de receita. As novas substâncias incluídas na lista são:

  1. Besifloxacino;
  2. Rifabutina;
  3. Ceftarolina fosamila;
  4. Dactinomicina;
  5. Mitomicina;
  6. Nitrofural;
  7. Sulfacetamida;
  8. Clorfenesina;
  9. Gramicidina.

A nova determinação entra em vigor a partir do próximo dia 16 de dezembro de 2014. Com isso, a lista de antimicrobianos sujeitos à retenção de receita chega a 128 substâncias.

As drogarias e farmácias privadas passarão a reter a 2ª via da receita de medicamentos à base das substâncias inseridas e escriturar no SNGPC (Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados). O sistema funciona de forma eletrônica e permite à Anvisa e às vigilâncias sanitárias acompanhar e fiscalizar a venda destes produtos em todo o país.

O objetivo da norma é reduzir os danos por conta do uso indevido ou sem orientação médica de antibióticos. O uso incorreto destes produtos leva ao aumento da resistência microbiana e a médio prazo torna os produtos menos efeitvos, tornando mais difícil o tratamento de determinadas doenças.

Confira a resolução RDC 68/2014

Farmácias e Drogarias

Os estabelecimentos farmacêuticos devem estar atentos a entrada em vigor da norma. Os primeiros arquivos enviados ao SNGPC, devem conter dados de movimentação destas substâncias e dos medicamentos que as contenham relativos a todas as movimentações realizadas a partir da 00h do dia 16/12/2014 em diante, respeitando o intervalo máximo de transmissão, que pode ser de até 7 dias.

A entrada desses medicamentos no sistema deve ser realizada normalmente como a dos outros antimicrobianos presentes na lista, para isso é necessário que essa atualização seja comunicada ao suporte do sistema informatizado de cada estabelecimento para as adequações necessárias.

Orientação aos Prescritores

A prescrição de antibióticos deverá ser realizada em receituário privativo do prescritor (médico, odontólogo ou veterinário) ou do estabelecimento de saúde, não havendo, portanto, um modelo de receita específico.

A receita deve ser prescrita de forma legível, sem rasuras, em 2 (duas) vias e contendo os seguintes dados obrigatórios:

I - identificação do paciente: nome completo, idade e sexo; II - nome do medicamento ou da substância prescrita sob a forma de Denominação Comum Brasileira (DCB), dose ou concentração, forma farmacêutica, posologia e quantidade (em algarismos arábicos ); III - identificação do emitente: nome do profissional com sua inscrição no Conselho Regional ou nome da instituição, endereço completo, telefone, assinatura e marcação gráfica (carimbo); e IV - data da emissão.

Todos estes dados devem ser preenchidos pelo profissional. Entretanto, nos casos em que a receita não contenha os dados de idade e sexo do paciente, estes poderão ser preenchidos pelo farmacêutico responsável pela dispensação.

Segundo o Art. 5º da RDC nº 20/2011, a prescrição deve apresentar a identificação do emitente (prescritor): identificação do emitente: nome do profissional com sua inscrição no Conselho Regional ou nome da instituição, endereço completo, telefone, assinatura e marcação gráfica (carimbo).

Não é necessário constar, obrigatoriamente, o endereço completo e telefone da instituição, uma vez que nem sempre o prescritor está vinculado a uma instituição.

A prescrição deve identificar quem é o responsável por ela, com seu nome, assinatura e informação do número de inscrição no seu respectivo Conselho Regional, sendo que estes dados não precisam ser apostos na receita na forma de carimbo, ou seja, podem ser dados já presentes em papel timbrado.


Fonte: Assessoria de Imprensa da Anvisa

Mais 9 Antibióticos Passam a ter Retenção de Receita

Confira neste post os nove antibióticos passam a ter retenção de receita a partir do dia 16/12/2014

A Anvisa publicou, nesta segunda-feira (1/12), a atualização da Lista de antimicrobianos de uso sob prescrição médica com retenção de receita. As novas substâncias incluídas na lista são:

  1. Besifloxacino;
  2. Rifabutina;
  3. Ceftarolina fosamila;
  4. Dactinomicina;
  5. Mitomicina;
  6. Nitrofural;
  7. Sulfacetamida;
  8. Clorfenesina;
  9. Gramicidina.

A nova determinação entra em vigor a partir do próximo dia 16 de dezembro de 2014. Com isso, a lista de antimicrobianos sujeitos à retenção de receita chega a 128 substâncias.

As drogarias e farmácias privadas passarão a reter a 2ª via da receita de medicamentos à base das substâncias inseridas e escriturar no SNGPC (Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados). O sistema funciona de forma eletrônica e permite à Anvisa e às vigilâncias sanitárias acompanhar e fiscalizar a venda destes produtos em todo o país.

O objetivo da norma é reduzir os danos por conta do uso indevido ou sem orientação médica de antibióticos. O uso incorreto destes produtos leva ao aumento da resistência microbiana e a médio prazo torna os produtos menos efeitvos, tornando mais difícil o tratamento de determinadas doenças.

Confira a resolução RDC 68/2014

Farmácias e Drogarias

Os estabelecimentos farmacêuticos devem estar atentos a entrada em vigor da norma. Os primeiros arquivos enviados ao SNGPC, devem conter dados de movimentação destas substâncias e dos medicamentos que as contenham relativos a todas as movimentações realizadas a partir da 00h do dia 16/12/2014 em diante, respeitando o intervalo máximo de transmissão, que pode ser de até 7 dias.

A entrada desses medicamentos no sistema deve ser realizada normalmente como a dos outros antimicrobianos presentes na lista, para isso é necessário que essa atualização seja comunicada ao suporte do sistema informatizado de cada estabelecimento para as adequações necessárias.

Orientação aos Prescritores

A prescrição de antibióticos deverá ser realizada em receituário privativo do prescritor (médico, odontólogo ou veterinário) ou do estabelecimento de saúde, não havendo, portanto, um modelo de receita específico.

A receita deve ser prescrita de forma legível, sem rasuras, em 2 (duas) vias e contendo os seguintes dados obrigatórios:

I - identificação do paciente: nome completo, idade e sexo; II - nome do medicamento ou da substância prescrita sob a forma de Denominação Comum Brasileira (DCB), dose ou concentração, forma farmacêutica, posologia e quantidade (em algarismos arábicos ); III - identificação do emitente: nome do profissional com sua inscrição no Conselho Regional ou nome da instituição, endereço completo, telefone, assinatura e marcação gráfica (carimbo); e IV - data da emissão.

Todos estes dados devem ser preenchidos pelo profissional. Entretanto, nos casos em que a receita não contenha os dados de idade e sexo do paciente, estes poderão ser preenchidos pelo farmacêutico responsável pela dispensação.

Segundo o Art. 5º da RDC nº 20/2011, a prescrição deve apresentar a identificação do emitente (prescritor): identificação do emitente: nome do profissional com sua inscrição no Conselho Regional ou nome da instituição, endereço completo, telefone, assinatura e marcação gráfica (carimbo).

Não é necessário constar, obrigatoriamente, o endereço completo e telefone da instituição, uma vez que nem sempre o prescritor está vinculado a uma instituição.

A prescrição deve identificar quem é o responsável por ela, com seu nome, assinatura e informação do número de inscrição no seu respectivo Conselho Regional, sendo que estes dados não precisam ser apostos na receita na forma de carimbo, ou seja, podem ser dados já presentes em papel timbrado.


Fonte: Assessoria de Imprensa da Anvisa

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