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Ebola - Informações e Infográficos para ajudar Você a Entender Melhor sobre este vírus Mortal


O vírus Ebola tem causado muita preocupação no mundo todo nestes últimos dias.
Então, resolvi pesquisar algumas informações que considero importantes divulgar aqui no blog para as pessoas se informarem e se prevenirem.
E se Deus quiser não teremos uma epidemia mundial deste vírus.

Ebola - Informações e Infográficos para ajudar Você a Entender Melhor sobre este vírus Mortal

Começarei por informações já divulgadas pelos sites oficiais brasileiros.

Ebola – Perguntas e Respostas

1 - O que é a doença causada pelo vírus Ebola?

A doença do vírus Ebola (anteriormente conhecida como febre hemorrágica Ebola) é uma doença grave, muitas vezes fatal, com uma taxa de letalidade que pode chegar até os 90%. A doença afeta os seres humanos e primatas não-humanos (macacos, gorilas e chimpanzés). O Ebola foi identificado pela primeira vez em 1976, em dois surtos simultâneos: um em uma aldeia perto do rio Ebola, na República Democrática do Congo, e outro em uma área remota do Sudão. A origem do vírus é desconhecida, mas os morcegos frugívoros (Pteropodidae) são considerados os hospedeiros prováveis do vírus Ebola.

2 - Como as pessoas são infectadas com o vírus?

O Ebola é introduzido na população humana por meio de contato direto com o sangue, secreções, órgãos ou outros fluidos corporais de animais infectados. Na África, os surtos provavelmente originam-se quando pessoas têm contato ou manuseiam a carne crua de chimpanzés, gorilas infectados, morcegos, macacos, antílopes florestais e porcos-espinhos encontrados doentes ou mortos ou na floresta.

3 - O vírus Ebola passa de pessoa para pessoa?

Depois que uma pessoa entra em contato com um animal que tem Ebola, ela pode espalhar o vírus na sua comunidade, transmitindo-o para outras pessoas. A infecção ocorre por contato direto com o sangue ou outros fluidos corporais ou secreções (fezes, urina, saliva, sêmen) de pessoas infectadas. A infecção também pode ocorrer se a pele ou membranas mucosas de uma pessoa saudável entrarem em contato com objetos contaminados com fluidos infecciosos de um paciente com Ebola, como roupa suja, roupa de cama ou agulhas usadas. Cerimônias fúnebres em que os enlutados têm contato direto com o corpo da pessoa falecida, como é comum em comunidades rurais de alguns países africanos, também podem desempenhar um papel importante na transmissão do Ebola. Pessoas que morreram de Ebola devem ser manipuladas apenas por quem esteja usando roupas de proteção e luvas. O corpo deve ser enterrado imediatamente.

O vírus Ebola não é transmitido pelo ar.

4 - Quais os riscos para os profissionais de saúde que cuidam dos doentes?

Os profissionais de saúde têm sido frequentemente expostos ao vírus ao cuidar de pacientes com Ebola na África. Isso acontece quando eles não usam adequadamente equipamentos de proteção individual, como luvas e máscaras. Os profissionais de saúde devem seguir rigorosamente as precauções de controle de infecção recomendados. Além dos cuidados usuais, os trabalhadores de saúde devem aplicar estritamente as medidas de controle de infecção para evitar a exposição a sangue infectado, fluidos ou ambientes e objetos contaminados - como a roupa suja de um paciente ou agulhas usadas. É recomendado o uso de equipamentos de proteção individual, tais como aventais, luvas, botas, máscaras e óculos de proteção ou protetores faciais; não devem reutilizar equipamentos ou roupas de proteção, a menos que tenham sido devidamente desinfectados; devem trocar as luvas ao passar de um paciente para outro.

Procedimentos invasivos que podem expor os médicos, enfermeiros e outros à infecção devem ser realizado sob estritas condições de segurança. Os pacientes infectados devem ser mantidos separados dos outros pacientes e pessoas saudáveis, tanto quanto possível. A dificuldade de manter esses padrões adequados nos serviços de saúde dos países africanos acometidos tem propiciado a infecção em profissionais de saúde.

5 - Quando uma pessoa passa a transmitir o vírus a outra?

O período em que a pessoa infectada pode transmitir só inicia após o surgimento dos sintomas. Durante o período de incubação, a pessoa não transmite o Ebola. As pessoas podem infectar outras enquanto seu sangue e secreções contiverem o vírus. Por esta razão, os pacientes infectados têm que ser cercados de cuidados específicos para evitar que profissionais de saúde ou parentes e amigos que os visitam no hospital entrem em contato com o sangue e secreções.

6 - Quem corre mais risco?

Durante um surto, como o que agora ocorre na Libéria, Serra Leoa e Guiné, as pessoas com maior risco de infecção são os profissionais de saúde (que atendem pacientes sem seguir as medidas de proteção adequadas); membros da família ou outras pessoas que têm contato próximo com as pessoas infectadas; pessoas que têm contato direto com os corpos dos mortos como parte de cerimônias fúnebres e caçadores que entram em contato com animais mortos encontrados na floresta.

7 - Quais são os sinais e sintomas do Ebola?

O início súbito de febre, fraqueza intensa, dores musculares, dor de cabeça e dor de garganta são os sinais e sintomas típicos. A pessoa infectada também tem vômitos, diarreia, disfunção hepática, erupção cutânea, insuficiência renal e, em alguns casos, hemorragia tanto interna como externa. O período de incubação, ou o intervalo de tempo entre a infecção e o início dos sintomas, pode variar de dois até 21 dias. Os pacientes tornam-se contagiosos apenas quando começam a apresentar os sintomas. Eles não são contagiosos durante o período de incubação. A confirmação dos casos de Ebola é feita por exames laboratoriais específicos.

8 - Qual é o tratamento?

Não há tratamento específico que cure o Ebola. Alguns tratamentos experimentais têm sido testados, mas ainda não estão disponíveis para uso geral. Os pacientes de Ebola requerem tratamento de suporte intensivo, realizado em hospitais de referência para tratamento de doenças infecciosas graves. Eles geralmente ficam desidratados e precisam de fluidos intravenosos ou de reidratação oral com soluções que contenham eletrólitos. Alguns pacientes podem se recuperar se receberem tratamento médico adequado. Para ajudar a controlar a propagação do vírus, as pessoas suspeitas ou confirmadas de ter a doença devem ser isoladas de outros pacientes e tratadas por profissionais de saúde usando equipamentos de proteção.

9 – Como prevenir a infecção pelo Ebola?

Atualmente não há nenhuma vacina para a doença do vírus Ebola. Várias vacinas estão sendo testadas, mas nenhuma delas está disponível para uso clínico no momento. Nos países onde existe transmissão do Ebola, a melhor maneira de se prevenir é evitar contato com o sangue ou secreções de animais ou pessoas doentes ou com o corpo de pessoas falecidas em decorrência dessa doença, durante rituais de velório.

10 - É seguro viajar durante um surto?

A Organização Mundial da Saúde não recomenda restrições de viagens para os países que apresentam transmissão porque o risco de infecção para os viajantes é muito baixo, já que a transmissão de pessoa a pessoa só se dá com o contato direto com os fluidos corporais ou secreções de um paciente infectado. Além disso, a transmissão ocorre, principalmente, em vilas e povoados de áreas rurais. Pessoas que viajam a trabalho para as capitais ou cidades desses países devem evitar qualquer contato com animais ou com pessoas doentes. Os profissionais de saúde que viajam para as áreas com transmissão, nesses países, devem seguir estritamente as medidas recomendadas pela OMS para o controle da infecção. Os brasileiros que residem nos países onde há transmissão do Ebola (Libéria, Serra Leoa e Guiné) devem evitar deslocamentos para as áreas rurais e vilas onde estão ocorrendo os casos, ficar alerta às informações e recomendações prestadas pelos Ministérios da Saúde desses países e evitar contato com animais ou pessoas doentes.

11. É possível termos casos de Ebola no Brasil?

Pelas características da infecção pelo Ebola, a possibilidade de ocorrer uma disseminação global do vírus é muito baixa. Desde sua descoberta em 1976, o vírus tem produzido, ocasionalmente, surtos em um ou mais países africanos, sempre muito graves pela alta letalidade, mas, autolimitados. A seriedade do atual surto é a sua extensão, atingindo três países e a demora em se atingir seu controle. Isso ocorre pela precariedade dos serviços de saúde nas áreas em que ocorre a transmissão, que não dispõem de equipamentos básicos de proteção aos profissionais de saúde e aos demais pacientes, bem como pelas práticas e tradições culturais de manter pacientes em casa, inclusive escondendo sua condição das autoridades sanitárias, e a realização de rituais de velórios em que os parentes e amigos têm bastante contato com o corpo do falecido.

No Brasil, não há circulação natural do vírus Ebola em animais silvestres, como em várias regiões da África.

12 – Como é feita a detecção de casos?

Como o período de transmissibilidade só começa depois que a pessoa inicia os sintomas e como todo caso de Ebola produz sintomas fortes que exigem que o doente procure um serviço de saúde, a detecção de casos pode ser feita oportunamente em locais com serviços de saúde e sistemas de vigilância estruturados, facilitando a interrupção da transmissão. Se uma pessoa vier de um país onde ocorre transmissão e apresentar a doença durante a viagem, a equipe de bordo aplica as normas internacionais vigentes, visando a proteção dos demais passageiros e informa às autoridades sanitárias do aeroporto ou porto de destino para a remoção e transporte do paciente ao hospital de referência, em condições adequadas.

13 – O que fazer se um viajante proveniente desses países africanos apresentar sintomas já no nosso país?

Se o deslocamento for realizado durante o período de incubação - quando a infecção ainda é indetectável - e só apresentar os sintomas da doença depois da chegada ao país, o serviço de saúde que for procurado por esse paciente deverá notificar imediatamente o caso para a Secretaria Municipal ou Estadual de Saúde ou à Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. A partir da identificação de que se trata de um caso suspeito, já são adotadas as medidas para proteção dos profissionais de saúde envolvidos no atendimento ao caso, bem como para evitar que a infecção seja transmitida para outras pessoas. O Ministério da Saúde recebe informações diárias da OMS para avaliar a situação do surto de Ebola na África ocidental e recomendar as medidas adequadas para a proteção de nosso país.

Fonte: Portal Saúde - Arquivo PDF Disponibilizado pelo Ministério da Saúde


Infográficos

Reuni aqui o máximo de infográficos que encontrei e achei relevantes sobre este vírus.
Espero que seja uma fonte de informação e até, quem sabe pode ajudar alguém em algum trabalho de escola ou até faculdade! ;-)


Ebola Transmissão e Evolução da Doença

Foto: Site Jornal O Tempo / Reprodução

Passos já dados pelo Homem no Combate ao Ebola

Foto: Site Jornal O Tempo / Reprodução

Como se proteger do Ebola

Foto: Site http://www.redeangola.info/multimedia/como-enfrentar-o-ebola/ Reprodução

O que o viajante precisa saber para se proteger do Ebola

Foto: Site http://www.redeangola.info/multimedia/como-enfrentar-o-ebola/ / Reprodução


O que faz o Ebola ser tão Mortal


Fonte: Site http://o.canada.com/ - Artigo:Africa’s Ebola outbreak ‘the worst crisis we’ve ever had’ / Reprodução


Ajude-nos a parar a propagação do vírus Ebola

Foto: Site http://www.infographicsarchive.com/ - Infographic: Help Stop The Spread of Deadly Ebola / Reprodução


Saiba tudo sobre o Ebola

Foto: Site http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-08/surto-de-ebola-mata-mais-de-120-profissionais-de-saude / Reprodução


Para Saber Mais sobre o Vírus Ebola e Fontes:

  • http://portalsaude.saude.gov.br/
  • http://www.tecnocurioso.com.br/2014/o-que-e/o-que-e-o-virus-ebola
  • http://newsinfo.inquirer.net/625331/ph-has-procedures-to-track-prevent-ebola-spread-doh
  • http://blog.citeab.com/ebola/
  • http://www.infographicsarchive.com/health-and-safety/infographic-help-stop-spread-deadly-ebola/
  • http://alternative-news.tk/dod-has-deployed-ebola-detection-kits-to-national-guard-units-in-all-50-states/

Outubro Rosa - Previna-se contra o Câncer de Mama

Navegando na internet encontrei esta imagem que foi o que me inspirou na busca de mais informações para postar aqui.

Esta imagem faz parte de uma campanha da Associação de Luta Contra o Câncer-ALCC de Moçambique e mostra 4 personagens de histórias em quadrinhos fazendo o auto-exame das mamas.

A Mulher Maravilha, Mulher Gato, Mulher Hulk e Tempestade. Muito legal!


Foto: Site Garotas Rosa Choque - Outubro Rosa [Choque] / Reprodução


Uma ótima forma de chamar a atenção das pessoas para a importância da prevenção do câncer de mama. O Outubro Rosa é um movimento internacional voltado à conscientização sobre a importância da detecção precoce do câncer de mama. Este movimento nasceu nos EUA no início da década de 90, mesma época em que o símbolo da prevenção ao câncer de mama, o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York (EUA) e, desde então é promovido anualmente em diversos países.

O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação anormal das células da mama, que forma um tumor maligno. Essa doença assusta várias mulheres e a melhor forma de prevenção são os exames para detecção precoce.
Foto: Site womansgirls.com/ Reprodução

Algumas Informações Importantes sobre o Câncer de Mama

» Todas estas informações foram tiradas do site do Instituto Nacional do Câncer - INCA

No Brasil, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estádios avançados. Na população mundial, a sobrevida média após cinco anos é de 61%.

Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta faixa etária sua incidência cresce rápida e progressivamente. Estatísticas indicam aumento de sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nas décadas de 60 e 70 registrou-se um aumento de 10 vezes nas taxas de incidência ajustadas por idade nos Registros de Câncer de Base Populacional de diversos continentes.

Números

O câncer da mama é o que mais acomete as mulheres em todo o mundo. Em 2013, esperam-se, para o Brasil, 52.680 casos novos da doença, com risco estimado de 52 casos a cada 100 mil mulheres. Em quatro das cinco regiões brasileiras, é o tipo mais comum entre as mulheres, sem considerar os tumores da pele não melanoma: Sudeste (69/100 mil), Sul (65/100 mil), Centro-Oeste (48/100 mil) e Nordeste (32/100 mil). Na Região Norte, é o segundo tumor mais incidente (19/100 mil), ficando atrás do câncer do colo do útero (23/100 mil).
Em 2014, para o Brasil, são esperados 57.120 casos novos de câncer de mama.

Detecção precoce

É importante que as mulheres, independentemente da idade, conheçam seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. Ao identificarem alterações suspeitas, devem procurar imediatamente um serviço de saúde para avaliação profissional.

Além de estar atenta ao próprio corpo, também é recomendado que a mulher faça exames de rotina de acordo com a sua idade. Esses exames podem ajudar a identificar o câncer antes de a pessoa ter sintomas. No Brasil, as orientações para detecção precoce do câncer de mama são:

Mulheres de 40 a 49 anos
Realizar o exame clínico das mamas anualmente.

Mulheres de 50 a 69 anos
Realizar exame clínico das mamas anualmente e mamografia a cada dois anos.

Mulheres com risco elevado para câncer de mama (caso na família de câncer de mama masculino; ter parente de primeiro grau [mãe, irmã, filha] que teve câncer de mama antes dos 50 anos; parente com câncer de mama bilateral (nas duas mamas) ou no ovário, em qualquer idade)
Conversar com o seu médico para avaliação do risco e decidir a conduta a ser adotada.

Programa de Qualidade em Mamografia

A mamografia é hoje a principal estratégia para o diagnóstico precoce do câncer de mama. O Ministério da Saúde (MS) instituiu, a partir deste ano, o Programa Nacional de Qualidade em Mamografia (PNQM), que visa a melhorar a qualidade dos 3,5 milhões de exames realizados anualmente (dados de 2012) no Brasil e aumentar a segurança no uso dos mamógrafos nos serviços públicos e privados do País. O programa tem caráter obrigatório para os mais de quatro mil serviços de mamografia em operação no País.


Lei 11.664, de 2008

Ao estabelecer que todas as mulheres têm direito à mamografia a partir dos 40 anos, a Lei 11.664/2008 que entrou em vigor em 29 de abril de 2009 reafirma o que já é estabelecido pelos princípios do Sistema Único de Saúde. Embora tenha suscitado interpretações divergentes, o texto não altera as recomendações de faixa etária para rastreamento de mulheres saudáveis: dos 50 aos 69 anos.

Leitoras do Farmacêutico Digital fiquem atentas à sua Saúde. Faça sempre o auto-exame e se cuide.
O câncer mata e o quanto antes for detectado maior a chance de cura.

#cuide_da_sua_saude

Atualizando: 

O site do INCA está com a nova campanha 2014 

Outubro Rosa 2014

Em 2014, a campanha do INCA no Outubro Rosa têm como objetivos:
• Divulgar informações sobre câncer de mama;
• Abordar mitos e verdades sobre prevenção e detecção precoce da doença;
• Informar sobre benefícios e riscos da mamografia de rastreamento, possibilitando que a mulher tenha mais segurança para decidir sobre a realização do exame.

Para Saber Mais (Atualizado)

Campanha Outubro Rosa 2014

O site da Campanha Outubro Rosa 2014 do INCA possui muitas informações úteis. Dentre elas estão alguns materiais da campanha 2014.

Clique na imagem para ir até o site

Resolvi postar aqui alguns dos materiais que considerei importantes:

Folder Informativo da Campanha 2014 » Link Original





Cartilha da Campanha Outubro Rosa 2014 - Câncer de Mama: É preciso falar disso » Link Original




Controle do Câncer de Mama

Neste site você pode aprender muito mais sobre estes temas abaixo relacionados ao câncer de mama:
Clique na imagem para ir até o site

Conceito e Magnitude | Fatores de Risco | Histórico das Ações | Objetivos do Programa | Ações de controle | Promoção da Saúde | Prevenção | Detecção Precoce | Tratamento | Cuidados Paliativos | Legislação | Textos de Referência | Impressos e Multimídia | Notas Técnicas | Fontes de Informação


Folder Informativo sobre o Câncer de Mama da Campanha Anterior » Link Original





Teste: O que você sabe sobre o Câncer?

Este é um site onde você pode testar os seus conhecimentos sobre o câncer e aprender mais sobre esta doença. Muito útil!




Imagens Originais das Personagens em Quadrinhos que Inspiraram este post

♥ Frase que está escrita em todas as imagens:
"Ninguém é imune ao câncer de mama.
Quando falamos sobre câncer de mama, não há mulheres ou supermulheres. Todo mundo tem que fazer o auto-exame mensal. Lute conosco contra o inimigo e, quando em dúvida, fale com o seu médico."

Mulher Maravilha

Foto: http://adsoftheworld.com/taxonomy/brand/alcc / Reprodução

Mulher Gato

Foto: http://adsoftheworld.com/taxonomy/brand/alcc / Reprodução

Mulher Hulk

Foto: http://adsoftheworld.com/taxonomy/brand/alcc / Reprodução

Tempestade - Storm

Foto: http://adsoftheworld.com/taxonomy/brand/alcc / Reprodução


Fontes:
♦ INCA
♦ Associação da Luta Contra o Cancer (ALCC) - Moçambique
♦ http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/mama/cancer_mama

Formas Farmacêuticas

FORMAS FARMACÊUTICAS

As formas farmacêuticas foram desenvolvidas para facilitar a administração de medicamentos a pacientes de faixas etárias diferentes ou em condições especiais, e para permitir seu melhor aproveitamento. Para uma criança, por exemplo, é melhor engolir gotas em um pouco de água do que um comprimido.

Além disso, a forma farmacêutica se relaciona à via de administração que vai ser utilizada, isto é, a porta de entrada do medicamento no corpo da pessoa, que pode ser, por via oral, retal, intravenosa, tópica, vaginal, nasal, entre outras.

Cada via de administração é indicada para uma situação específica, e apresenta vantagens e desvantagens. Sabemos, por exemplo, que uma injeção é sempre incômoda e muitas vezes dolorosa. No entanto, seu efeito é mais rápido. Lembre-se que não é apenas a forma do medicamento que é importante, a sua via de administração também deverá ser escolhida pelo médico, no ato da prescrição. No quadro abaixo estão relacionadas as vias de administração e as principais formas farmacêuticas existentes.

VIA DE ADMINISTRAÇÃO
FORMAS FARMACÊUTICAS
Via oral
Comprimido, cápsula, pastilhas, drágeas, pós para reconstituição, gotas, xarope, solução oral, suspensão.
Via sublingual
Comprimidos sublinguais
Via parenteral (injetável)
Soluções e suspensões injetáveis
Via cutânea (pele)
Soluções tópicas, pomadas, cremes, loção, gel, adesivos.
Via nasal
Spray e gotas nasais
Via oftálmica (olhos)
Colírios e pomadas oftálmicas
Via auricular (ouvidos)
Gotas auriculares ou otológicas e pomadas auriculares
Via pulmonar
Aerossol (bombinha)
Via vaginal
Comprimidos vaginais, cremes, pomadas, óvulos.
Via retal
Supositórios e enemas

FORMAS FARMACÊUTICAS SÓLIDAS

• CÁPSULAS

capsula
É o armazenamento de uma ou mais substâncias químicas em recipientes de gelatina que pode ser mole (armazenando líquidos, semi-sólidos e sólidos) ou duro (armazenando sólidos). Há casos específicos em que a cápsula pode ser aberta e ser administrada na forma de pó, porém, isto só poderá ser feito com indicação médica e orientação do farmacêutico.
Em geral, não se pode abrir, quebrar ou triturar as cápsulas, pois o medicamento pode perder seu efeito.
Pode ser usada para mascarar sabor desagradável.

• COMPRIMIDOS

É a compressão de uma ou mais substâncias químicas na forma de pó ou grânulo.

Segue abaixo alguns tipos de comprimidos:


• COMPRIMIDOS DE REVESTIMENTO ENTÉRICO

Os comprimidos prontos são revestidos por um produto que garante sua passagem integra pelo estômago e chegando perfeito ao intestino onde irá se dissolver e iniciar sua ação.
O revestimento é necessário para os casos em que os medicamentos, quando em contato com o líquido ácido do estômago são destruídos e perdem imediatamente sua ação terapêutica. Pode ser utilizado também em casos de medicamentos que agridem a parede do estômago.

• COMPRIMIDOS SUBLINGUAIS

Os comprimidos são colocados, obrigatoriamente, embaixo da língua, e se dissolvem com auxílio da saliva e são absorvidos na própria boca. É usado no caso de medicamentos que, em contato com o líquido ácido do estômago são destruídos e perdem imediatamente sua ação terapêutica, também para aqueles que são pouco absorvidos pelo intestino.

• COMPRIMIDOS EFERVESCENTES

São comprimidos preparados com uma ou mais substâncias químicas associadas a alguns sais que liberam gases quando em contato com a água. Este mecanismo facilita o comprimido a desintegrar e a dissolver para ser absorvido.

• COMPRIMIDOS MASTIGÁVEIS

São comprimidos preparados para terem a sua desintegração facilitada pela mastigação. Depois de mastigados, eles são engolidos, para aí serem dissolvidos e absorvidos.

• COMPRIMIDOS DE AÇÃO LENTA/PROLONGADA

É um comprimido que possui um revestimento que controla a liberação da substância química. Isso permite que esses comprimidos, ao serem dissolvidos, iniciem sua ação lentamente de forma que seja prolongada/duradoura, mas somente quando ingeridos inteiros. Já um comprimido simples quando é totalmente dissolvido, sofre completa absorção e tem sua ação iniciada rapidamente.
São utilizados, geralmente, para doenças crônicas, podendo aumentar o intervalo entre as tomadas dos medicamentos em pacientes que precisam de altas doses por dia.
Um tipo de comprimido de ação lenta/prolongada é o chamado de “Oros”, esse comprimido permite a liberação lenta da substância ativa no organismo, o que garante a ação durante 24 horas. Uma vez concluído este processo, o comprimido vazio é eliminado pelo organismo através das fezes. Ex: Adalat® Oros.
Outro tipo de comprimido de ação lenta/prolongada é o chamado “Inserts”, usado em preparações oftálmicas, colocado no saco lacrimal, esses são colocados e retirados intactos, há liberação da substância química. Ex: Ocusert TM.

• DRÁGEAS

São comprimidos revestidos com açucares. Melhora a deglutição, aparência física e mascara o sabor do medicamento.
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• PREPARAÇÃO EXTEMPORÂNEA

São pós liofilizados ou grânulos, podem ser solúveis, resultando em soluções, ou insolúveis, resultando em suspensões.
São preparações para substâncias que não são estáveis na presença da água (se degradam facilmente depois de um curto tempo de contato). Assim, é necessário que as substâncias sejam acrescentadas à água filtrada ou fervida somente no momento da administração, para se fazer a solução ou suspensão. Geralmente, esses produtos devem ser utilizados por um período máximo de 14 dias após sua preparação, quando armazenado em geladeira. Se armazenado em temperatura ambiente esse período cai para 7 dias. Se não utilizado por completo dentro desses períodos e nessas condições, o que restar no frasco deve ser descartado. Ter atenção, pois há produtos com especificações diferentes.
Os granulados devem ser consumidos em no máximo 24hs após serem preparados.

FORMAS FARMACÊUTICAS SEMI-SÓLIDAS

As preparações tópicas semi-sólidas são para aplicação na pele ou em certas mucosas, para ação local ou penetração percutânea dos medicamentos, ou ainda por sua ação emoliente ou protetora.

• POMADAS OU UNGÜENTOS

São preparações semi-sólidas para aplicação externa que amolecem ou derretem à temperatura corpórea. A substância química sólida é geralmente inserida em uma base oleosa.
São usadas em regiões menores, com menos pêlos por serem muito oleosas, não é aconselhável aplicá-las em feridas abertas.

• PASTAS

Para aplicação externa na pele. Contém maior porcentagem de material sólido, por isso são mais firmes e espessas. Apresentam consistência macia e firme pela quantidade de sólidos, são pouco gordurosas e têm grande poder de absorção de água ou de exsudados.

• EMULSÕES OU CREMES

Preparações com parte de água e parte de óleo. Em comparação com as pomadas, são bem menos oleosas e se espalham facilmente. Portanto, são mais aplicadas para áreas extensas do corpo e também em regiões com pêlos.
As emulsões também são usadas por via oral para mascarar o sabor de medicamentos quando usadas por via oral, evitando o contato do óleo com as papilas gustativas.

• GÉIS

São preparações a base de água, portanto, não contém óleo. São utilizadas em regiões muito úmidas. Também são utilizados para reduzir a oleosidade da pele.

• SISTEMAS DE GÁS COMPRIMIDO OU AEROSSÓIS

São utilizadas em medicamentos e cosméticos.
Geralmente são soluções associadas a gases. Antigamente o gás mais utilizado era o CFC (clorofluorcarbono), pois ele não é inflamável, em contrapartida causam grande estrago para a natureza (uma pequena quantidade dele no ar é capaz destruir grande parte da camada de ozônio). Foi substituído atualmente pelos hidrocarbonetos (n-butano, propano, iso-butano), que são inflamáveis, mas pouco tóxicos e mais baratos. É importante alertar que as embalagens não devem ser descartadas fora do lixo, e não podem ser reutilizadas e abertas.

• SUPOSITÓRIOS

São formas farmacêuticas da consistência firme, de forma cônica ou ogival, destinadas a serem inseridas no reto, onde devem desintegrar-se ou derretem-se a temperatura do corpo, liberando a substância química. Pode ser para ação sistêmica devendo ser aplicado mais profundamente possível, ou local não sendo necessário aplicação profunda. Para ação local são utilizados em casos de dor, constipação, irritação, coceira e inflamação. Para ação sistêmica são utilizados em casos de pacientes com vômitos e que não engolem o medicamento, ou mesmo para cortar o vômito, e para medicamentos que se degradam no líquido ácido do estômago.

• ÓVULOS

Um tipo de supositório de uso vaginal.

• VELAS

Um tipo de supositório de uso uretral.

FORMAS FARMACÊUTICAS LÍQUIDAS

• SOLUÇÕES

São preparações em que há uma ou mais substâncias químicas dissolvidas em uma pequena quantidade de solvente (a substância que dissolve).

• SOLUÇÕES ORAIS

As soluções orais, necessitam de componentes que dêem cor e sabor ao líquido para tornar o medicamento mais agradável ao gosto. Podem ser administradas em gotas, ou com um volume bem definido, como, por exemplo, 5 mL (uma colher de chá). Elas podem ter cor, mas devem ser transparentes.

• SOLUÇÕES ESTÉREIS (INJETÁVEIS, COLÍRIOS..)

São preparações líquidas estéreis, ou seja, sem a presença de microorganismos. São colírios e medicamentos injetáveis. Não devem conter nenhum tipo de substância estranha e nem estarem turvas.

• TINTURAS

São medicamentos líquidos resultantes da extração princípios ativos de drogas vegetais e animais. Elas são preparadas à temperatura ambiente por percolação (droga vegetal na forma íntegra em contato com o solvente) ou maceração (droga macerada ou triturada em contato com o solvente). Os líquidos extratores ou “solventes” são: álcool, álcool/água, éter alcoolizado ou acetona.

• EXTRATOS FLUIDOS

São preparações oficinais líquidas obtidas de drogas vegetais e manipuladas de maneira que cada 1 mL contenha os princípios ativos solúveis de 1 g da droga respectiva, devidamente dessecada ao ar livre. Eles são preparados, em sua maioria, por um dos quatro processos gerais de percolação designados pelas letras A, B, C e D na Farm.Bras.II.

• ESPÍRITOS

São preparações líquidas com a essência da respectiva planta e álcool, de acordo com a seguinte fórmula geral.
                        Essência 50 mL (5% v/v)
                        Álcool 80% qsp 1000 mL
Observação: Quando se menciona apenas álcool, refere-se ao produto que contém cerca de 95% de etanol. É o álcool simples.

• XAROPES

São preparações a base de água, concentradas de açúcar, que contêm uma ou mais substâncias químicas. São usadas principalmente para substâncias com sabor muito desagradável e também para pacientes que têm dificuldade de ingerir comprimidos (crianças e idosos, por exemplo).

• ELIXIRES

São preparações líquidas à base de água e álcool e com sabor levemente adocicado, que contêm uma ou mais substâncias químicas.
São menos viscosos e, devido à presença de certa quantidade de álcool, são menos utilizadas atualmente.

• SUSPENSÕES

As suspensões são preparações em que as substâncias químicas não estão totalmente dissolvidas no meio líquido. Geralmente têm baixa capacidade de dissolução, por isso depositam-se no fundo do recipiente.
É essencial informar ao paciente que ele deve agitar o frasco antes de usar.


BIBLIOGRAFIA
»Site:http://www.fcf.usp.br/Departamentos/FBF/Disciplinas/Farmacotecnica/FORMAS1.htm Acessado em: 10/02/2006.
»Site: http://www.sinprafarmas.org.br/index.htm Acessado em: 29/09/2006
»Site: http://www.opas.org.br/medicamentos/docs/uso-med-acs.pdf Acessado em:20/10/2006
»Livro: Farmacologia Básica e Clínica – Bertram G. Katzung – Oitava Edição.

Como Funciona o Mecanismo de Hidratação do Corpo - Baixa Umidade do ar e os Riscos para a Saúde

Infográfico é a junção das palavras info (informação) e gráfico (desenho, imagem).
Um infográfico é um desenho ou imagem que, com o auxilio de um texto, explica ou informa sobre um assunto que não seria muito bem compreendido somente com um texto. São gráficos com informações.
O objetivo do infográfico é buscar de uma forma fácil e clara de expor uma informação.

Estes Infográficos nos mostram a Importância da Água para o nosso organismo e quais os Riscos para a saúde causados pela baixa umidade do ar.

Como Funciona o Mecanismo de Hidratação do Corpo




Baixa Umidade do ar e os Riscos para a Saúde


A série Infográficos do Farmacêutico Digital é fruto de pesquisas em mecanismos de busca sobre informações relacionadas à saúde.
Suas fontes se encontram nas imagens. Caso não estejam expressas nas próprias imagens farei o possível para encontrá-las e citar sua fonte.

Farmácia Estabelecimento de Saúde


Foi publicado no dia 11 de agosto de 2014 no Diário Oficial da União a MEDIDA PROVISÓRIA Nº 653, DE 8 DE AGOSTO DE 2014 que sanciona a LEI Nº 13.021, DE 8 DE AGOSTO DE 2014

Esta lei é um marco para os profissionais farmacêuticos e para a população brasileira porque além de definir que toda Farmácia é um Estabelecimento de Saúde também obriga que todas as Farmácias e Drogarias tenham a presença de um responsável técnico Farmacêutico Habilitado  durante todo o horário de funcionamento do estabelecimento.
Determinando a importância da Assistência Farmacêutica nas Farmácias e Drogarias

Art. 5º No âmbito da assistência farmacêutica, as farmácias de qualquer natureza requerem, obrigatoriamente, para seu funcionamento, a responsabilidade e a assistência técnica de farmacêutico habilitado na forma da lei.

Confira a Lei Nº 13.021 no formato PDF abaixo, a Medida Provisória Nº 653 que acrescenta um Parágrafo único no Art 6º da Lei nº 13.021 e as Justificativas dos Vetos da Lei nº 13.021.

LEI Nº 13.021, DE 8 DE AGOSTO DE 2014

    

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 653, DE 8 DE AGOSTO DE 2014 E JUSTIFICATIVAS DOS VETOS




Fontes Diário Oficial da União:
Lei 13.021
♦ Medida Provisória 653 e Justificativas dos Vetos 

Antimicrobianos - Bases Teóricas e Uso Clínico

Foto: Site Curso RM Controle / Reprodução

O site da ANVISA é riquíssimo em materiais de apoio aos profissionais de saúde. Porém não é nenhum pouco fácil encontrar o que precisamos.

Sempre que posso vasculho o site da ANVISA  à procura de informações úteis para publicar aqui no Farmacêutico Digital.

♦ Desta vez encontrei o link de um curso de educação a distância composto de 5 Módulos com a proposta de capacitar profissionais de saúde como parte de um Programa de Educação para a Prevenção e Controle da Resistência Microbiana e o uso Racional de Antimicrobianos.

♦ Este curso foi oferecido gratuitamente por meio de uma atividade de cooperação técnica entre a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA e a Organização Pan-Americana da Saúde - OPAS, em parceria com Coordenação Geral de Laboratórios de Saúde Pública – CGLAB/SVS/MS, e produção da Disciplina de Infectologia e do Departamento de Informática em Saúde da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP.

♦ Antes de falar sobre o curso, encontrei também algumas definições muito úteis na página do setor de Controle de Infecção em Serviços de Saúde.
DEFINIÇÕES
Resistência Microbiana: capacidade dos microorganismos (especialmente das bactérias) de resistirem ou se tornarem tolerantes a agentes quimioterápicos, antimicrobianos ou a antibióticos (DeCS).

Antimicrobianos: substâncias que previnem a proliferação de agentes infecciosos ou microorganismos ou que matam agentes infecciosos para prevenir a disseminação da infecção (MeSH).

Antibióticos: Substâncias produzidas por microorganismos que podem inibir ou suprimir o crescimento de outros microorganismos (DeCS).
Fonte: Resistência Microbiana e Registro de Medicamentos - Dr. Eugênio Rodrigo Zimmer Neves e Dra. Flávia Neves Rocha Alves
Vamos ao site do curso e sua estrutura!

Medidas de Prevenção e controle da Resistência Microbiana e Programa de uso Racional de Antimicrobianos em Serviços de Saúde

O link destacado nesta imagem nos direciona para o curso de educação à distância:
http://s.anvisa.gov.br/wps/s/r/hU6

»Clique nesta imagem para acessar a página do curso▼



A partir desta página podemos fazer o curso e estudar por nossa conta.

Pelo que pesquisei o curso online com acompanhamento dos tutores já aconteceu em uma data anterior no ano de 2007 e não há como obter o certificado. Mas vale muito a pena acessar os módulos e aprender com as informações contidas neles.

Muita informação boa para nos auxiliar em nosso trabalho. ☺

Os Objetivos deste curso são:

» Capacitar o aluno com informações técnicas sobre:
  • Antimicrobianos – propriedades farmacológicas, mecanismos de ação e uso clínico;
  • Legislação – conhecer a legislação sobre a propaganda e a prescrição de antimicrobianos;
  • Resistência microbiana – entender os mecanismos de resistência, seu impacto clínico e ações de prevenção e controle da resistência;
  • Implantação de um programa de uso racional de antimicrobianos – identificar a importância do uso adequado dos antimicrobianos para o controle da resistência microbiana e conhecer estratégias para a implantação de um programa de uso racional de antimicrobianos;
  • Medidas de prevenção – conhecer as principais estratégias de prevenção e controle da resistência microbiana nos serviços de saúde.
» Fornecer informação para promover o Uso Racional de Antimicrobianos » Uma das metas definidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para o século XXI.

Obs: Os links para os Módulos são os seus Títulos.

Módulo 1: ANTIMICROBIANOS - BASES TEÓRICAS E USO CLÍNICO


No meu ponto de vista este é o módulo mais importante!

Foi por causa deste link que resolvi criar este artigo. Encontrei este link em uma das minhas buscas por informações e o salvei no meu e-mail. Então, resolvi procurar a origem destas informações e encontrei toda a estrutura do curso.

Este módulo é super útil para relembrarmos informações sobre os antimicrobianos e até para montar treinamentos e aulas.

Módulo 2: LEGISLAÇÃO SOBRE A PROPAGANDA E A PRESCRIÇÃO DE ANTIMICROBIANOS


Este módulo está desatualizado. Levando-se em consideração as novas legislações sobre o controle dos Antimicrobianos. Mesmo assim contém boas informações.

Para saber melhor sobre as legislações atuais você pode acessar estes artigos aqui do Farmacêutico Digital:

Módulo 3: RESISTÊNCIA MICROBIANA - MECANISMOS E IMPACTO CLÍNICO



Módulo 4: IMPLANTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE USO RACIONAL DE ANTIMICROBIANOS



Módulo 5: INTERVENÇÕES E MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE DA RESISTÊNCIA MICROBIANA



Este curso foi elaborado por profissionais com grande experiência no estudo da resistência microbiana e no racional uso de antimicrobianos. As informações aqui apresentadas não devem ser vistas como normas técnicas e foram baseadas em publicações especializadas e na experiência dos profissionais.
 
 
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